FC Porto Memories

Segunda-feira, Março 24, 2008

Memórias do futuro






















Segunda-feira, Outubro 01, 2007

Até sempre Barrigana - Mãos de Ferro








"Aos doze anos, se eu não desejasse, com tanta paixão, tornar-me escritor, quereria ter sido o Mãos de Ferro. Mas claro, possuía o sentido das limitações suficiente para compreender que não se pode querer ser o grande Frederico Barrigana: é-se, por dom divino, perfeito como ele só, desde o início."
António Lobo Antunes

Como os tempos mudam... O futebolista com mais títulos a nível mundial foi guarda-redes no FC Porto e chama-se Vítor Baía. Barrigana jogou 14 anos no FC Porto (1941-1955) e nunca alcançou um único título - chegou ao clube um ano depois do segundo título de campeão nacional portista e terminou a carreira um ano antes do terceiro! - (1939/40 - 1955/56)
Para mim, Vítor Baía foi o maior guarda-redes de sempre do Futebol Clube do Porto e de Portugal, mas Barrigana ostenta o título do mais corajoso, destemido e valente guardião que já defendeu a camisola do dragão.

Segunda-feira, Maio 28, 2007

Campeões Europeus de Viena - 20 anos depois






















Quarta-feira, Maio 16, 2007

A festa do título (1989-90)




O primeiro título de campeão nacional daquele jovem guarda-redes que está atrás de Artur Jorge. Hoje é o futebolista com mais títulos a nível mundial. No próximo Domingo, podemos festejar mais um?

Estádio das Antas (1990)


Taças Antigas


Quinta-feira, Abril 05, 2007

Pavão

Dia 16 de Dezembro de 1973, 13ª jornada do campeonato nacional de futebol. Ao minuto 13, Pavão cai no relvado do estádio das Antas e não mais se tornaria a levantar. A morte tinha entrado no estádio levando consigo um dos melhores centro campistas do futebol português. O número que vestia cruza-se com o de outro jogador também falecido no auge da sua carreira - Rui Filipe - 21 anos depois... O número 6, o número do médio defensivo que deve trabalhar para que os outros brilhem, o jogador que tem de deixar tudo em campo. Pavão deixou, deixou mais ainda...





O adversário era o Vitória de Setúbal, tal como na próxima jornada. Foi a vitória mais amarga de sempre do FC Porto (2-1). O nosso grande Pedroto era nesse dia o treinador adversário. São dois nomes eternos no Futebol Clube do Porto.

Quinta-feira, Março 22, 2007

Benfica - 2 FC Porto - 3 1991/92

André - O Patrão do meio campo, com Rui Filipe ao fundo e Paulo Pereira de costas. Jonas Thern e Vitor Paneira ultrapassados.
Tozé observa Rui Filipe a fugir a Rui Bento - lance que terminará em grande penalidade e expulsão do líbero benfiquista.








Timofte - Um pé esquerdo de sonho "Emil Turbo Kostadinov 16 val." - Assim lhe chamou a imprensa na altura




Com golos de João Pinto (GP), Kostadinov e Timofte. Uma arrancada imparável rumo ao título, que seria alcançado com 10 pontos de avanço sobre o segundo classificado. Foi um jogo de sofrimento, de princípio ao fim. No tempo em que os grandes clássicos eram de tarde e não tinham transmissão televisiva, foi na rádio que ouvi e sofri ao longo destes 90 minutos. Depois de uma primeira parte sem golos, os 5 da partida foram todos marcados nos últimos 25 minutos de jogo - com o FC Porto a marcar primeiro e o Benfica a conseguir empatar por duas vezes. Rui Filipe foi essencial neste jogo, foi ele que sofreu a falta que originou o primeiro golo do FC Porto, apontado pelo capitão João Pinto (ele que nesta época foi o melhor marcador do campeão nacional!!). O último golo da partida, no último minuto, fez-me lembrar o golo de Burruchaga na final do México 86 (jogo também concluído com o mesmo resultado 3-2 para a Argentina) - Domingos estava rodeado por 5(!!) adversários e conseguiu descobrir uma nesga (como Maradona) para com um passe fabuloso isolar Timofte, que à saída de Neno "matou" o jogo!

Quarta-feira, Março 07, 2007

Não chegou, mas custa sofrer um golo assim...


1-0 Quaresma


1-1 infelicidade de Helton...

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